Afogamentos continuam entre as principais causas de mortes acidentais de crianças no Brasil. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o afogamento está entre as 10 maiores causas de óbito infantil no mundo. No Brasil, mais de mil crianças morrem afogadas todos os anos — e o dado mais alarmante: cerca de 60% dessas tragédias acontecem dentro de casa, principalmente em piscinas particulares.
Outro número que chama a atenção: em 70% dos casos fatais havia pelo menos um adulto por perto. O problema? A ausência de vigilância ativa. Menos de dois minutos de distração são suficientes para que uma criança pequena se afogue — de forma silenciosa e sem pedir socorro. É rápido e, muitas vezes, imperceptível.
Crianças com menos de 5 anos estão entre as mais vulneráveis. Elas ainda não possuem força nem coordenação para se manterem na superfície da água, mesmo em piscinas rasas. Por isso, prevenir é fundamental — e pode literalmente salvar vidas.
Confira algumas medidas de segurança que não podem ser negligenciadas:
✅ Instale cercas ao redor da piscina com altura mínima de 1,20 metro;
✅ Utilize travas de segurança em portões de acesso;
✅ Instale alarmes de movimento na água;
✅ Nunca deixe uma criança sozinha próxima à piscina — nem por alguns segundos;
✅ Mantenha sempre um adulto atento e exclusivamente focado na criança;
✅ Sempre que possível, tenha por perto alguém treinado em primeiros socorros ou um salva-vidas.
Estudos mostram que a combinação de vigilância constante e medidas de proteção pode reduzir em até 88% o risco de morte por afogamento.
💡 Lembre-se: o silêncio da água pode esconder o maior dos perigos. Proteja o que você tem de mais precioso — a vida das nossas crianças.




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