Enquanto a turma da extrema direita insiste em pintar o Brasil e o Rio Grande do Norte, como um país à beira do colapso, a realidade teima em mostrar o contrário. Os números do setor de Serviços em junho de 2025 falam por si: alta de 6,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, colocando o RN na terceira posição nacional e líder absoluto no Nordeste. Para quem gosta de distorcer dados, fica difícil engolir esses resultados.

E não é um crescimento pontual. No acumulado do primeiro semestre, o RN manteve o mesmo ritmo, com 6,4% de avanço real, ou seja, já descontada a inflação. Enquanto isso, a média nacional ficou em 2,8%. Se o pessimismo fosse verdadeiro, estaríamos afundados. Mas, na prática, o estado caminha na direção oposta: turismo em alta, festejos juninos lotando hotéis e ruas, movimentação logística aquecida e geração de empregos.

É claro que os desafios existem, renda das famílias apertada, juros altos, gargalos estruturais. Mas nada disso impediu que o setor apresentasse o melhor desempenho desde 2021. E, se o ritmo for mantido, a previsão é fechar 2025 com crescimento entre 6,5% e 7%.

Enquanto uns torcem contra e apostam no caos, a economia do RN dá sinais concretos de vitalidade. O discurso derrotista da extrema direita não resiste aos fatos. O que vemos é um estado que reage, cresce e se projeta como referência de desenvolvimento no Nordeste. Em vez de espalhar fake news econômicas e torcer para o quanto pior, melhor, seria mais honesto reconhecer: o Rio Grande do Norte está avançando. E quem perde com a negação desse avanço é justamente o povo que trabalha, investe e movimenta a roda da economia.

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