O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, pediu, ontem, celeridade para aprovação, pelo Congresso Nacional, do pacote de medidas criado para socorrer exportadores afetados pela taxação de 50% sobre produtos que entram nos Estados Unidos. 

“O Legislativo tem um papel importante a cumprir, que é dar resposta rápida. Fui constituinte. Criamos a medida provisória justamente porque, no Estado moderno, o tempo da mudança é o tempo da velocidade. Tenho certeza de que será rapidamente analisada e votada pelo Congresso”, declarou Alckmin, a jornlistas, durante visita a uma concessionária de automóveis da capital, onde acompanhou as vendas do programa federal Carro Sustentável, lançado em 10 de julho para estimular veículos menos poluentes com redução de alíquotas do IPI.

Ele afirmou que o pacote de medidas anunciado pelo governo federal para apoiar os exportadores que foram prejudicados pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos não trará impacto fiscal. Segundo ele, trata-se de uma antecipação de valores que já pertencem às empresas. “O que estamos fazendo é antecipando algo que vai ser devolvido; recursos que não pertencem ao governo”, disse Alckmin. O pacote de ajuda foi formalizado por meio da medida provisória (MP) do Plano Brasil Soberano, enviada ao Congresso na última quarta-feira. O texto prevê cerca de R$ 30 bilhões em apoio às empresas brasileiras prejudicadas pela sobretaxa de 50% aplicada pelos Estados Unidos sobre produtos nacionais. Além da MP, o governo encaminhou um projeto de lei complementar que precisa de aval parlamentar.

Com informações do Correio Brasiliense.

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