A Procuradoria-Geral da República (PGR) tem até esta segunda-feira (25/8) para se manifestar no inquérito que envolve Jair Bolsonaro. A defesa do ex-presidente, apresentada na última sexta (22), nega qualquer plano de fuga para a Argentina.

Bolsonaro e seu filho Eduardo foram indiciados pela Polícia Federal pelos crimes de coação no curso do processo e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. Entre as provas, está uma minuta que sugeria pedido de asilo ao presidente argentino Javier Milei.

Atualmente em prisão domiciliar, determinada em 4 de agosto após descumprimento de medidas impostas pelo STF, Bolsonaro corre risco de ter a medida convertida em prisão preventiva caso o procurador-geral Paulo Gonet entenda que houve nova violação. A decisão não precisa aguardar o julgamento marcado para 2 de setembro.

A defesa sustenta que não houve infração às cautelares. Já o advogado Kakay apontou falhas na fiscalização e avaliou que os fundamentos para a prisão preventiva já estariam presentes, embora o ministro Alexandre de Moraes tenha inicialmente adotado uma medida mais branda.

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