
O cenário político do Rio Grande do Norte para 2026 ficou ainda mais incerto com a entrada de novos nomes no debate sucessório. Enquanto a base governista se mantém unida em torno da pré-candidatura do secretário da Fazenda, Cadu Xavier (PT), a oposição enfrenta fragmentação e indefinições.
A governadora Fátima Bezerra (PT) confirmou que deixará o cargo em abril de 2026 para disputar o Senado e reafirmou que Cadu é o nome escolhido para sucedê-la, com apoio do PT, PSB, PDT, PV, PCdoB e Rede. O vice-governador Walter Alves (MDB), que assumirá o governo com a saída de Fátima, abriu mão de disputar a reeleição para apoiar o petista.
No campo oposicionista, o senador Rogério Marinho (PL) lidera entre os nomes bolsonaristas, mas enfrenta concorrência do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos), e do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil). O senador Styvenson Valentim (PSDB) também admitiu que pode concorrer, caso Marinho desista.
Outro fator novo é a movimentação do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PSD), que voltou a ser cogitado para o Governo ou Senado após aparecer bem em pesquisas na Grande Natal. Sua possível candidatura pode gerar atritos com a senadora Zenaide Maia (PSD), que busca a reeleição.
O resultado é um tabuleiro político marcado pela unidade governista e pela divisão oposicionista, aumentando a imprevisibilidade da disputa no RN.
Com informações do Saiba Mais.




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