
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (17) dois pontos polêmicos da chamada PEC da Blindagem: o voto secreto para decidir sobre prisões e processos contra parlamentares, e a ampliação do foro privilegiado para presidentes de partidos com representação no Congresso, que passarão a ser julgados pelo STF.
O placar foi de 314 votos a favor e 168 contra, sob protestos no plenário. Governistas e oposicionistas contestaram a legalidade do procedimento, já que os trechos foram incluídos por meio de emenda aglutinativa do relator Cláudio Cajado (PP-BA).
Deputados como Lindbergh Farias (PT), Talíria Petrone (PSOL), Fernanda Melchionna (PSOL), Sâmia Bomfim (PSOL) e Adriana Ventura (Novo) apresentaram questões de ordem, rejeitadas pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).




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