
O Oriente Médio viveu nesta segunda-feira (13) um dos momentos mais emblemáticos desde o início do atual conflito entre Israel e o Hamas. As Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram oficialmente que o Hamas concluiu a libertação de todos os 20 reféns previstos no acordo em vigor, encerrando uma etapa crucial das negociações humanitárias que mobilizaram potências internacionais.
O último grupo, composto por 13 vítimas sequestradas durante os ataques do Hamas, foi entregue à Cruz Vermelha Internacional e já está em deslocamento rumo a Israel, onde passará por triagem médica e receberá acompanhamento psicológico especializado. O primeiro grupo havia sido libertado horas antes, em meio a forte esquema de segurança.
A libertação foi viabilizada por meio de um cessar-fogo temporário negociado com mediação do Catar, Egito e Estados Unidos, considerado por especialistas como uma das mais delicadas operações diplomáticas da história recente.
Autoridades israelenses classificaram o momento como “um passo significativo, mas ainda longe do fim”, reforçando que as operações militares permanecem suspensas apenas dentro dos limites do acordo. Já organizações humanitárias destacaram a urgência de ampliar o pacto para garantir ajuda à população civil da Faixa de Gaza.
Enquanto famílias aguardam reencontros emocionados, a comunidade internacional observa atentamente os próximos movimentos das partes envolvidas. O dia entra para a história não como o fim de um conflito, mas como a prova de que, mesmo em meio à guerra, ainda há espaço para a diplomacia e para a esperança.





As liberações ocorrem em três pontos da Faixa de Gaza: além da cidade de Gaza, há operações em Khan Younis e na região central de gaza.




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