
O Brasil perdeu hoje uma de suas maiores vozes do samba. Arlindo Cruz, mestre do pagode e compositor renomado, faleceu nesta sexta-feira aos 66 anos, deixando um legado artístico que marcou gerações.
Arlindo acumulou ao longo de sua trajetória artístico diversos prêmios. Entre eles, mais de 26 troféus, incluindo o Prêmio da Música Brasileira e nove indicações ao Grammy Latino, além de reconhecimento por sambas-enredo em escolas tradicionais como Império Serrano e Vila Isabel.
Em março de 2017, Arlindo sofreu um AVC hemorrágico que interrompeu sua carreira e desencadeou uma longa batalha de saúde. Mesmo com sequelas graves, sua presença na cultura brasileira permaneceu essencial, inspirando a cena do samba e emocionando fãs com sua história de resistência.
Apesar das dificuldades e boatos falsos sobre seu estado de saúde, que foram veementemente negados pela família nos últimos meses, Arlindo esteve sempre rodeado de respeito e carinho até hoje, quando nos deixou de maneira definitiva.
Seja como compositor, banjoísta ou intérprete, Arlindo Cruz foi um pilar da música popular brasileira. Suas composições continuam vivas nas rodas de samba, nas escolas de samba do Rio, como nos sambas-enredo que ajudou a criar e no coração de milhões de fãs.




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