
A Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) deverá reconhecer oficialmente que o ex-presidente Juscelino Kubitschek foi vítima da ditadura militar brasileira. A informação foi revelada pela Folha de São Paulo e consta em um relatório com mais de 5 mil páginas elaborado pela historiadora Maria Cecília Adão.
O documento sustenta que a morte de JK, ocorrida em 22 de agosto de 1976, na Via Dutra, não teria sido um acidente automobilístico, mas uma ação planejada ligada à repressão política do regime militar. A nova conclusão contraria as investigações oficiais da época e também o entendimento da Comissão Nacional da Verdade, divulgado em 2014.
A votação do parecer, que havia sido marcada para abril, foi adiada para que os conselheiros analisassem melhor o conteúdo. Nos bastidores, a expectativa é de que o relatório seja aprovado pela maioria da comissão.




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