
O Rio Grande do Norte registrou um aumento de 60,2% nos casos de ciguatera em 2026, segundo alerta da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Até 11 de junho, foram contabilizados 141 casos, número superior aos 88 registros de todo o ano de 2025.
A ciguatera é uma intoxicação causada pelo consumo de peixes contaminados com a ciguatoxina, substância que não altera o sabor, o cheiro ou a aparência do pescado e não é eliminada pelo cozimento ou congelamento.
A bicuda (barracuda) é a espécie mais associada aos casos no estado, seguida por peixes como arabaiana, dourado, cioba, pargo e sirigado. Os principais sintomas incluem náuseas, vômitos, diarreia, coceira intensa, dormência, dores no corpo e alterações na percepção de temperatura.
A Sesap orienta que qualquer pessoa que apresente sintomas após consumir pescado procure atendimento médico imediatamente, informe a espécie ingerida, se possível, e evite consumir peixes de procedência desconhecida ou com maior risco de contaminação.




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