A saúde pública de Natal mergulhou em um colapso alarmante e sem precedentes sob a gestão de Paulinho Freire. Em menos de um ano, a rede municipal entrou em deterioração acelerada, comprometendo desde as unidades básicas até hospitais de referência, como a Liga Contra o Câncer e o Varela Santiago. O que se assiste hoje é um cenário de caos generalizado, fruto da ausência de planejamento e da incapacidade administrativa da atual gestão.
Faltam insumos, medicamentos, profissionais e, sobretudo, gestão. O que se vê é um governo que, ao invés de enfrentar os problemas com coragem e responsabilidade, empurra a crise com discursos vazios e medidas paliativas. A população, por sua vez, paga o preço mais alto: espera em filas intermináveis, sofre com a suspensão de atendimentos essenciais e enfrenta a angústia de não encontrar no poder público a garantia mínima do direito à saúde.
É inadmissível que, em tão pouco tempo, Paulinho Freire tenha conseguido aprofundar o caos administrativo na capital potiguar. Sua gestão se revela um desastre não apenas na saúde, mas sobretudo na capacidade de governar. O povo de Natal merece respostas urgentes e medidas concretas, não um prefeito ausente diante de uma tragédia cotidiana que expõe a vida de milhares de cidadãos ao risco.




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